2 de junho de 2011

Belo Horizonte: Mostra de filmes africanos

JUNHO - II MOSTRA DE FILMES AFRICANOS
terças e quintas-feiras - 19 horas
 
No Centro Cultural da UFMG (clique aqui para ver no site)
 
02.06.2011
A NEGRA DE...
Diretor: Ousmane Sembène
Duração: 65 minutos
Ano de Lançamento: 1966
País de Origem: Senegal/França

Baseado em um conto homônimo do diretos Sembène publicado em 1961, "A negra de..." conta a história de uma jovem senegalesa que vai trabalhar na França com o casal de franceses que a empregava em Dakar. Inicialmente animada com a perspectiva de conhecer a França, ela logo se vê desiludida, notando diferenças no tratamento que os patrões lhe dão. O filme trata de modo único os efeitos do colonialismo, do racismo e dos conflitos trazidos pelas identidades pós-coloniais na África e na Europa. Baseado em um caso real.



07.06.2011
OS DEUSES DEVEM ESTAR LOUCOS

09.06.2011
A ILHA DOS ESPIRITOS

14.06.2011
A NEVE PRETA ( 22 MIN.) E A PEQUENA VENDEDORA DE SOLEIL(45MIN.)
Título original: La néige n’était plus
Diretor: Ababacar Samb Makharam
Duração: 22 minutos
Ano de Lançamento: 1965
País de Origem: Senegal

Um jovem estudante senegalês regressa de uma temporada na França. Quando chega na sua comunidade de origem e reencontra sua família e amigos, percebe que algo mudou. O que ele aprendeu? O que ele esqueceu? Há ainda um lugar para ele junto ao seu povo? Que caminho ele irá escolher para o contato com as novas realidades africanas? Neste filme de Makharam, os problemas e angústias de uma geração africana são expostos com franqueza e coragem.

A PEQUENA VENDEDORA DE SOLEIL
Diretor: Djibril Diop Mambéty
Duração: 45 minutos
Ano de Lançamento: 1999
País de Origem: Senegal
Silli é uma menina que vivia de esmolas nas ruas de Dakar, no Senegal, quando se torna uma vendedora de Soleil, um dos jornais que se vende na cidade. Esta nova tarefa lhe trará muitos problemas, já que é uma prática comum aos meninos. Devido a sua deficiência física, a menina enfrentará problemas no decorrer de suas aventuras, mas uma bela amizade com o jovem Babou a ajudará a enfrentar esta realidade.



16.06.2011
POVOADO NUMBER ONE

21.06.2011
CARMEN NA ÁFRICA
Diretor: Mark Dornford-May
Duração: 122 minutos
Ano de Lançamento: 2005
País de Origem: África do Sul

Esta produção sul-africana é uma adaptação da ópera “Carmen”, de Bizet, filmada na cidade de Khayelitsha. A versão do diretor Mark Dornford-May combina músicas da ópera original com arranjos de música tradicional Africana. O filme conta a história de um policial ciumento que se apaixona por Carmen, que resolve abandoná-lo. Carmen na África foi traduzida para Xhosa, língua muito falada na região da África do Sul por Andiswa Kedama e Pauline Malefane, que no filme representam Amanda e Carmen respectivamente.
23.06.2011
FERIADO CORPUS CHRIST

28.06.2011
NHA FALA
Diretor: Flora Gomes
Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento: 2002
País de Origem: Guiné-Bissau / Cabo Verde

Vita é uma jovem de Guiné-Bissau que decide estudar em Paris. Antes de partir, ela promete à sua mãe que nunca irá cantar, já que uma maldição familiar dita que todos os que cantarem serão perseguidos pela morte. Em Paris, Vita apaixona-se por Pierre, músico de profissão. Certo dia, Pierre pede a Vita que cante no seu estúdio. Ela, ignorando a promessa feita à mãe, satisfaz o desejo do namorado, que fica admirado com a sua voz e a lança numa carreira musical de sucesso.
Vita então resolve voltar a Bissau para organizar o seu próprio funeral e provar a sua mãe que a maldição foi desfeita.




30.06.2011
TERRA SONÂMBULA


01.07.2011
SAWOROIDE, O SAGRADO TAMBOR FALANTE-
Direção:
Tunde Kelani
Duração: 110 min. -Nigéria, 1999

Saworoide, o sagrado tambor falante é considerado pela crítica a obra-prima do diretor Tunde Kelani, um dos maiores cineastas da Nigéria. O filme apresenta a história de Jogbo, um reino imaginário, onde Saworoide é o nome de um sagrado tambor falante, que está miticamente ligado à coroa do rei, simbolizando a legitimidade e a autoridade do líder. A partir de elementos míticos tradicionais, o filme de Tunde Kelani acaba por denunciar os dirigentes descomprometidos com o bem estar da população da Nigéria. A história do reino imaginário de Jogbo torna-se, assim, uma alegoria em torno da nação nigeriana.


 

Um comentário:

Luiz Santiago disse...

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Parabéns pelo Blog.

Luiz Santiago